segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Sujeira faz bem as criancas diz estudo

Se você tem medo de deixar que seu filho brinque na terra e prefere maiores cuidados com a sujeira, saiba que cientistas estadunidenses descobriram que ser limpinho demais pode prejudicar a capacidade de cura do corpo do pequeno. De acordo com os pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade da Califórnia, uma bactéria que vive normalmente na pele ajuda a prevenir inflamações quando nos machucamos.

Esta bactéria ajuda a impedir respostas do sistema imunológico que fazem com que cortes inchem muito. Especialistas afirmam que esta pesquisa ajuda a confirmar a “hipótese da higiene”, que afirma que a exposição a germes durante a infância ajuda a impedir que o corpo desenvolva alergias. Muitos cientistas acreditam que a obsessão com a limpeza é um dos motivos pelos quais as crianças vêm desenvolvendo cada vez mais alergias em países desenvolvidos.

Bactéria do bem

Os pesquisadores descobriram que as bactérias do tipo estafilococo, muito comuns na pele humana, bloqueiam uma etapa vital nos eventos que levam a inflamações. Ao estudar ratos e células humanas, os pesquisadores descobriram que a bactéria faz isso ao bloquear uma molécula chamada de ácido lipotéico, que age sobre os queratinócitos, as células encontradas na área exterior da pele. O ácido mantém os queratinócitos sem reações inflamatórias exageradas.

Richard Gallo, que realizou a pesquisa, afirma que os resultados são impressionantes porque dão uma base molecular para compreender a validade da “hipótese da higiene”. “Isto pode nos ajudar a desenvolver novas abordagens terapêuticas para doenças inflamatórias da pele”, diz.

Uma porta-voz do organização filantrópica Allergy UK, que cuida de pessoas com alergias, afirma que a pesquisa ajuda a criar uma base mais forte para evidenciar que a exposição aos germes é algo bom. Ainda assim, ela afirma que mais pesquisas são necessárias. “As taxas de alergias triplicaram no Reino Unido na última década, e mais de 30% das pessoas têm algum tipo de alergia”, diz. “Ainda assim, muitas dessas alergias são genéticas, assim como podem ser ligadas ao ambiente em que as pessoas vivem”, aponta. [BBC]

Nova descoberta genetica obesidade morbida infantil

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, descobriram uma modificação em um gene que pode levar à obesidade infantil. De acordo com a pesquisa, a perda de um segmento de DNA pode ser a causa da obesidade mórbida em algumas crianças. O estudo também aponta que a descoberta pode ajudar no diagnóstico deste tipo de problema em crianças, que muitas vezes é identificado como conseqüência de uma alimentação inadequada.

A pesquisa foi realizada com 300 crianças com obesidade mórbida, e algumas das crianças participantes já haviam sido identificadas no Serviço Social britânico como se estivessem em risco pelo excesso de alimentação dada pelos pais. Agora, estas crianças saíram deste registro, que colocava a culpa do problema na causa errada.


A obesidade infantil vem crescendo nos últimos anos, e está se tornando cada vez mais uma questão de saúde pública. Embora muitos dos problemas relacionados à obesidade sejam causados pela alimentação pouco saudável e falta de exercícios físicos, este estudo mostra que alguns podem ser relacionados a falhas genéticas.

Esta pesquisa recente examinou o genoma inteiro das crianças, procurando por problemas na deleção ou na duplicação do DNA, chamadas de variantes no número de copas (CNVs). Ao comparar o perfil genético das crianças obesas com aquelas com peso normal, os pesquisadores descobriram que faltavam algumas partes do genoma no grupo obeso.

Mais especificamente, eles observaram que uma parte faltante no cromossomo 16 parece ter uma ligação importante com a obesidade mórbida. “Nossos resultados sugerem que um gene em particular no cromossomo 16, chamado de SH2B1, tem um papel crucial no regulamento do peso corpóreo e no tratamento dos níveis de açúcar no sangue”, afirma o pesquisador Sadaf Farooqi. De acordo com Farooqi, as pessoas com problemas neste gene têm maior desejo para comer, e ganham peso facilmente.

“Isto se adiciona às várias evidências de que muitas variações genéticas podem ser associadas a um grande desejo por comida”, explica o pesquisador. “Esperamos que a pesquisa altere as atitudes e práticas entre aqueles com responsabilidade profissional sobre a saúde e bem-estar das crianças”, diz.

O médico Matt Hurles, que também participou do estudo, afirma que esta é a primeira vez que um problema nas CNVs foi ligado a condições metabólicas, como a obesidade, embora estes problemas já sejam conhecidos como causadores do autismo e problemas de aprendizado.


Apesar da importância da descoberta, o médico Ian Campbell enfatiza que grande parte das crianças analisadas no estudo não têm problemas genéticos, e que a obesidade, nestes casos, é causada por problemas na alimentação e falta de exercícios. Ele aponta que uma mudança no estilo de vida e uma melhora na alimentação é importante nestes casos, embora as causas e soluções contra a obesidade são complexas.

“O fato que algumas crianças que participaram do estudo estavam afastadas do convívio familiar e voltaram às suas casas é chocante”, diz. “A pesquisa deve acabar com as alegações de que a obesidade infantil é fruto da falta de cuidado dos pais”, afirma o pesquisador, que completa: “Este não é o caso, essas famílias precisam de apoio”. [BBC]

Quando as criancas fazem muitas perguntas de muitas respostas

Muitos pais já devem ter ficado à beira da loucura com as crianças perguntando o porquê de tudo. Entretanto, pesquisadores comprovaram que responder adequadamente às perguntas é importante para o desenvolvimento das crianças, em vez de simplesmente responder “porque sim”.

Os pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, realizaram dois estudos com crianças de dois a cinco anos, analisando suas perguntas de “como” e “por quê”, assim como os pedidos por explicações. O estudo também observou as reações das crianças conforme as respostas dadas pelos adultos.


No primeiro estudo, os pesquisadores analisaram as transcrições das conversas diárias de seis crianças de dois a quatro anos com seus pais, irmãos e visitas à sua casa. No segundo, eles observaram as conversas de 42 crianças de três a cinco anos usando brinquedos, livros e vídeos para encorajá-las a fazer perguntas.

Observando às reações das crianças às respostas que recebiam para suas perguntas, os pesquisadores descobriram que elas ficam mais satisfeitas quando recebem uma resposta bem explicativa do que quando não recebem uma resposta. Nos dois estudos, quando as crianças recebiam uma resposta, ela pareciam satisfeitas – concordavam ou faziam uma nova pergunta, sem questionar. Porém, quando recebiam respostas ruins, pareciam pouco satisfeitas, e continuavam repetindo a mesma questão até recebeu uma explicação melhor.

“Observar as trocas das conversas, em especial as reações das crianças aos diferentes tipos de informação que recebem dos adultos em troca das suas questões, confirma que as crianças pequenas são motivadas a procurar explicações”, afirmam os pesquisadores. “Elas usam estratégias específicas para obter as informações: quando perguntam as perguntas de ‘por quê’, elas não estão tentando prolongar a conversa, estão apenas tentando compreender as coisas a fundo”, explicam.

Como a pesquisa foi realizada com um número pequeno de crianças, os resultados não podem ser generalizados, mas sugerem que, a partir dos dois anos, as crianças começam a contribuir ativamente com o processo de aprendizado sobre o mundo ao seu redor – e é papel dos pais ajudar neste desenvolvimento. [Scientific Blogging]

Infeccoes garganta fusobacterium necrophorum

Novas análises realizadas por pesquisadores da Universidade do Alabama, nos Estados Unidos, sugerem que médicos têm que tomar cuidado com o diagnóstico e tratamento de dor de garganta em adolescentes e jovens adultos. Segundo as novas descobertas, a presença de uma bactéria chamada Fusobacterium necrophorum também deve ser procurada nestes casos.


Geralmente, a dor de garganta é causada por infecções por estreptococos do grupo A, e só nos últimos cinco anos a F. necrophorum passou a ser considerada uma possível causa de faringite em adolescentes e adultos. De acordo com a pesquisa, bactérias deste tipo podem ser responsáveis por até 10% das infecções em pessoas com idade entre 15 e 24 anos. “O mais preocupante é que a bactéria é associada a uma complicação perigosa chamada de síndrome de Lemierre”, explica o médico Robert Centor, que participou do estudo.

A síndrome afeta principalmente adolescentes e jovens adultos, e começa como uma dor de garganta normal, que infecciona a veia jugular após quatro ou cinco dias. As infecções podem se espalhar por outras partes do corpo, e a síndrome pode levar à morte em até 5% dos casos. Estreptococos do grupo A são associados com outra complicação perigosa, a febre reumática, entretanto, a incidência da síndrome de Lemierre é muito mais comum, e tem uma taxa de mortalidade muito maior. “O risco da síndrome excede o risco de febre reumática aguda, que é o motivo mais comum pelo qual os médicos se preocupam com dores de garganta”, afirma Centor.


Se as dores e a inflamação não melhorarem entre três e cinco dias, os médicos devem explicar aos pacientes a preocupação e fazer exames para detectar a presença da bactéria F. necrophorum. Além disso, Centor alerta que médicos devem cuidar para ver os sinais que acompanham a síndrome de Lemierre, como inchaços unilaterais no pescoço, rigor muscular, suor noturno e febre alta. Não há exames rotineiros que detectem esta bactéria, e, para observar a síndrome, é necessário fazer uma tomografia cerebral. O médico ainda explica que o tratamento contra a bactéria pode ser feito com antibióticos agressivos, com uma combinação de penicilina e metronidazol. [Science Daily]

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Assaduras por Fraldas




As assaduras por fraldas são quaisquer assaduras da pele coberta por fraldas e acomete praticamente todas as crianças. As bactérias das fezes junto com certas substâncias químicas presentes na urina causam irritação na pele. A diarréia também causa assaduras na maioria das crianças. Se a assadura não melhorar, é possível que seu filho tenha uma infecção por leveduras. A área apresentará uma cor avermelhada brilhante, com descamação, cobrindo uma área extensa e rodeada de pontos vermelhos.

Que cuidados devem ser tomados?

Troque as fraldas com freqüência.


Mantenha a área limpa e seca. O contato com as fezes é a causa do dano cutâneo na maioria das vezes.

Deixe seu bebê sem fraldas sempre que possível.

Areje diariamente o bumbum do seu filho sempre que possível. Quando colocar a fralda, deixe folgada de modo que o ar possa circular.

Lave a pele com água morna.

Não use sabão para lavar a pele de seu filho.

Use cremes e pomadas.

A maioria dos bebês não precisa de nenhum creme a menos que a pele esteja seca e rachada. Da mesma forma, as pomadas são necessárias somente quando o bebê tiver diarréia.

Lave as fraldas com cloro.

Se utilizar fraldas de pano, use alvejante para lavá-las. Se for usar máquina de lavar use também qualquer detergente. Depois lave novamente com água morna com um copo de alvejante.

Procure ajuda médica imediatamente se:

- A assadura parecer infectada (espinhas, bolhas, furúnculos, irritação)
- Seu filho parecer muito doente.
- As assaduras não melhorarem consideravelmente após três dias.
- As assaduras por fraldas estiverem avermelhadas ou descamando.
- Tiver outras perguntas e preocupações.

Anemia na Criança

"Anemia é a diminuição dos glóbulos vermelhos do sangue abaixo do nível considerado normal. Os glóbulos vermelhos são responsáveis por transportar o oxigênio no sangue. A anemia leve geralmente não provoca sintomas. Quando ocorre uma anemia leve, a pessoa tem problemas para transportar oxigênio, mas o organismo tem mecanismos compensatórios que minimizam esses efeitos. À medida que a anemia se agrava, o organismo não consegue mais compensar a falta de glóbulos vermelhos e aparecem sinais como palidez principalmente na pele e nas mucosas. Dependendo da gravidade, a pessoa pode apresentar ainda fraqueza, batimentos cardíacos acelerados, falta de ar na realização de exercícios, entre outros sintomas. A anemia pode trazer ainda problemas mais sérios como deficiências no desenvolvimento mental e motor da criança".

Causas

Existem vários fatores que causam a anemia, alguns deles são: deficiência na produção de glóbulos vermelhos, deficiência de ferro, doenças crônicas, doenças renais, leucemia, perdas de sangue, osteoporose, doenças hereditárias (ex: talassemia e a anemia falciforme), doenças parasitárias (ex: esquistossomose e malária) e deficiência de vitamina B12. Alguns medicamentos também podem levar a destruição dos glóbulos vermelhos, como por exemplo, as drogas anticancerígenas.

Anemia em Crianças

Em crianças, a principal causa de anemia é a carência de ferro. O ferro é utilizado pelo organismo para produzir os glóbulos vermelhos. Calcula-se que a deficiência de ferro seja responsável por cerca de 90% das anemias em crianças e adolescentes.

A falta desse mineral pode ocorrer em várias situações como, por exemplo, na dieta pobre em ferro ou quando ocorrem grandes perdas de sangue. A perda de sangue ocorre em grandes ferimentos, na menstruação abundante, ou ainda naquelas pessoas com problemas intestinais como, por exemplo, uma úlcera. Mas em crianças, a principal responsável pela anemia é a alimentação deficiente.

O organismo de um recém-nascido tem apenas, 0.5g de ferro, enquanto que o adulto tem 5g. Assim, a criança precisa ingerir muito mais ferro, principalmente nos primeiros 15 anos de vida, para compensar essa diferença e para atender às necessidades do crescimento. No entanto, nem todo o ferro ingerido pela criança é aproveitado pelo organismo. Por isso calcula-se que a criança deve ingerir cerca de 8 a 10 mg de ferro por dia.

Apesar da grande necessidade infantil de ferro, geralmente a alimentação da criança é pobre em alimentos que contém esse mineral. Fica difícil se obter só pela alimentação a quantidade de ferro suficiente para prevenir a anemia.

Por isso, a alimentação infantil deve conter cereais ou fórmulas enriquecidas com ferro. As crianças que se alimentam exclusivamente de leite materno devem receber suplementos aos quatro meses de idade.

Os pais devem se preocupar em fornecer a criança alimentos ricos em ferro, que pode ser encontrado em alimentos como carne de vaca, frango e peixe, gema do ovo e em outros alimentos não animais como feijão, soja, lentilha, ervilha, espinafre, brócolis, couve e verduras com folhagem mais escuras.

A absorção de ferro é aumentada pela ingestão de alimentos que contenham acido ascórbico ou acido cítrico, encontrados nas frutas cítricas. Alguns tipos de chá inibem a absorção de ferro. O leite de vaca, quando consumido em excesso também pode dificultar a absorção do ferro. Em contrapartida, o leite materno favorece essa absorção.

Adolescentes também estão sujeitos a deficiências de ferro devido a deficiências na alimentação, ao crescimento acelerado que ocorre nessa fase, ou pela perda no sangue menstrual.

Fabricação de Alimentos Enriquecidos com Ferro

A carência de ferro é um dos maiores problemas nutricionais do Brasil e no mundo. Com o objetivo de contribuir para o combate à carência de ferro, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura e Abastecimento, está promovendo um estudo sobre a melhor forma de enriquecer alimentos com ferro e dessa forma, combater a anemia em crianças em idade pré-escolar. O estudo envolve aproximadamente 330 crianças de creches da região Oeste do Rio de Janeiro. Essas crianças irão receber pães, biscoitos e macarrão enriquecidos com ferro, durante seis meses.

O estudo começou nos dias 17 e 18 de julho de 2001. As crianças foram pesadas e medidas. Uma amostra de sangue foi colhida através de punção digital, para saber a dosagem de hemoglobina de cada uma. O mesmo procedimento será realizado seis meses depois, na época da conclusão do estudo.

A Embrapa também vai produzir estes alimentos enriquecidos com ferro. O macarrão e o biscoito serão fabricados em parceria com outras empresas. Participarão do projeto, a Fiocruz, a Fundação Xuxa Meneghel e a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (SMDS) do Rio de Janeiro.

Sinais da Anemia

Para saber se a criança está com anemia, alguns sinais devem ser observados. A palidez é a indicação mais importante de anemia. Pode ocorrer também descamação da pele e desejo de comer substâncias estranhas como terra. Além disso, pode-se observar fraqueza, cansaço, sonolência, tontura, dificuldade para respirar, aceleração dos batimentos cardíacos. Quando a anemia é mais grave, pode ocorrer também irritabilidade e anorexia (falta de apetite).

A deficiência de ferro também causa efeitos neurológicos e intelectuais. Alguns estudos indicam que mesmo que a pessoa não tenha anemia, mas tenha uma alimentação insuficiente de ferro, ela poderá ter problemas de atenção, alerta e até mesmo de aprendizado.

Quando Deve ser Pesquisada a Anemia

É importante identificar a anemia o mais cedo possível, pois ela pode trazer vários problemas tanto no comportamento como no desenvolvimento da criança.

Para confirmar a presença de anemia, é necessária a realização de um exame de sangue onde são contadas as células sanguíneas e a quantidade de hemoglobina dessas células.A hemoglobina é uma substância que indica a quantidade de ferro presente no organismo. O tipo de anemia será pesquisado por outros exames de sangue específicos.

Por ser um problema tão comum, a associação americana de pediatria, recomenda que sejam feitos exames para detectar a anemia em crianças entre 9 e 12 meses de idade. Ela recomenda ainda que seja feito um teste adicional nas idades de um ano e cinco anos para pacientes com risco de apresentarem anemia. Essa pesquisa se torna ainda mais importante em populações com altas taxas de anemia, como nos paises subdesenvolvidos.

Amamentar Só Traz Vantagens


"Amamentar traz inúmeras vantagens, tanto para a mãe, quanto para o bebê. Diversas pesquisas científicas, ao redor do planeta, vem comprovando que o aleitamento materno está relacionado à prevenção de uma série de doenças, como o câncer de mama para a mãe e à obesidade para o bebê."

Ninguém duvida, hoje em dia, que a amamentação traz incontáveis benefícios, tanto para a mãe quanto para o filho - e vai-se ainda mais longe: amamentar também beneficia toda a família e até mesmo o planeta. Como esta primeira semana de agosto é dedicada ao aleitamento materno, cabe nos aprofundarmos no tema aleitamento. Vejamos, portanto, as principais vantagens de amamentar, segundo a Dra. Felicity Savage King.

Aleitamento Materno Exclusivo:

De acordo com esta médica, é indiscutível que a amamentação é essencial para o bom desenvolvimento físico e psíquico do bebê. Com um ano de idade já é possível observar significantes vantagens psicomotoras e sociais nos bebês que são amamentados no peito.

Do ponto de vista nutricional, o leite materno contém todos os ingredientes de que a criança precisa nos primeiros seis meses de vida, sendo dispensável qualquer outro alimento. Um bebê de até seis meses não precisa sequer beber água, pois o leite materno já contém água suficiente para mantê-lo hidratado. Contém ainda proteína, vitaminas, ferro, sais, cálcio, fósforo e gordura nas medidas certas, assim como possui uma enzima especial, chamada lípase, que ajuda o bebê a digerir as gorduras.

O leite materno também contém endorfina, uma substância química que ajuda a suprimir a dor. Principalmente, o leite materno possui os anticorpos necessários para que a criança se defenda das muitas doenças que podem atacá-la em seus primeiros meses de vida. Os bebês que amamamentam no seio também estão menos sujeitos às infecções, porque o leite materno é estéril, isento de bactérias e contém fatores anti-infecciosos, tais como leucócitos, imunoglobinas, lactoferrina, fator bífido, entre outros. Estes ingredientes, na medida para o ser humano, só podem ser encontrados no leite materno - o leite de vaca, como dizem os especialistas, é bom para o bezerro.

Frente às mamadeiras, o aleitamento materno é ainda mais evidentemente vantajoso. De acordo com uma série de pesquisas, crianças amamentadas no seio correm menos risco de se tornar obesas, de contrair cáries, de desenvolver alergias, e de ter problemas de fala (o ato de sugar ajuda no desenvolvimento das mandíbulas).

Além de todas estas vantagens, crianças amamentadas desenvolvem um vínculo mais forte com suas mães, sentem-se menos rejeitadas, são mais seguras e... até mais inteligentes, pelo menos segundo comprova um estudo realizado na Nova Zelândia. Eles acompanharam 1.000 crianças durante 18 anos e aquelas que foram amamentadas com leite materno, no peito, provaram-se mais inteligentes e com mais sucesso na escola e na universidade.

Alguns estudos comprovam até que as crianças que foram alimentadas artificialmente estão mais predispostas a desenvolver certos linfomas (Davis MK, Savitz DA, Graubard BI. "Infant feeding and childhood cancer." Lancet. 1988;2:365-368 e Shu X-O, Clemens H, Zheng W, et al. "Infant breastfeeding and the risk of childhood lymphoma and leukaemia". Int J Epidemiol.1995;24:27-32) e também estão mais propensas a tornarem-se diabéticas do tipo I, ou seja uma diabete juvenil, insulina-dependente (Virtanen et al: "Diet, Cow's milk protein antibodies and the risk of IDDM in Finnish children." Childhood Diabetes in Finland Study Group. Diabetologia, Apr 1994, 37(4):381-7).

Dados preliminares da Universidade de North Carolina/Duke University indicam que crianças amamentadas tiveram menos risco de contrair artrite juvenil. Outras doenças, como a esclerose múltipla (Dick, G. "The Etiology of Multiple Sclerosis." Proc Roy Soc Med - 1989;69;611-5), e os problemas de visão (o leite materno é a única fonte de vitamina A nos primeiros dois anos de vida de um bebê) também foram comprovadamente menos incidentes entre os bebês que mamaram no peito.

Em especial, os bebês prematuros se beneficiam da amamentação, pois o leite materno produzido pelas mães que tiveram bebês prematuros é diferente do leite de mulheres que cumpriram toda a sua gestação. Durante todo o primeiro mês, ele é muito mais forte, similar ao colostro (o leite das primeiras mamadas, mais escuro e forte).

As mães também se beneficiam

Não só os bebês são cobertos de benefícios com o aleitamento materno. As mães também podem ver uma série de vantagens em amamentar: perda de peso mais rápido, menos chance de hemorragia no pós-parto, menor risco de contrair câncer de mama, menor probabilidade de ficar anêmica, menos probabilidade de contrair osteoporose na velhice, entre outras.

No que diz respeito ao câncer de mama, por exemplo, pesquisas demonstraram que as mulheres que não amamentaram ou o fizeram por menos de três meses tiveram 11% menos câncer de mama na pré-menopausa. Entre as que amamentam por mais de dois anos, a chance de contrair câncer de mama cai em 25%. Isso também vale para as mulheres que foram amamentadas quando crianças: estas correm um risco 25% mais baixo de desenvolver câncer de mama do que aquelas que foram amamentadas com mamadeira. Não amamentar também aumenta o risco de desenvolver câncer de ovário e câncer endometrial. (Rosenblatt KA, Thomas DB, "WHO Collaborative Study of Neoplasia and Steroid Contraceptives". Int J Epidemiol. 1993;22:192-197 e Schneider, A.P. "Risk Factor for Ovarian Cancer". New England Journal of Medicine, 1987).

Sobre a osteoporose, o risco das mulheres que amamentaram de a contraírem na velhice é quatro vezes menor. (Blaauw, R. et al. "Risk factors for development of osteoporosis in a South African population." SAMJ 1994; 84:328-32;).

Para completar, enquanto estão amamentando, as mulheres correm menos risco de engravidar. No entanto, é bom que fique claro que amamentar não é um método contraceptivo seguro e segue sendo importante contar com um médico que indique uma forma de contracepção suplementar.

Vantagens para a família

Amamentar também é vantajoso para a família inteira. Afinal, um bebê que mama no peito é mais econômico, adoece menos, chora menos e torna a vida de toda a família mais tranqüila.

Além disso, amamentar é considerado um ato ecológico: evita o uso de uma série de produtos embalados com alumínio, plástico e outros materiais que não são biodegradáveis, como latas de leite em pó, mamadeiras, bicos, entre outros.

Depoimento

Estes dados, aparentemente científicos, foram comprovados na prática pela cabeleireira Maria Nilda Alves de Souza, 36 anos, que amamentou no peito o filho de sete anos por dois anos e meio. Ela afirma: "amamentar é uma experiência maravilhosa, pelo contato que estabelece entre a mãe e o filho. Toda mulher deveria passar por isso", recomenda. Mesmo do ponto de vista estético Maria Nilda não hesita em recomendar a amamentação: "Eu emagreci tão rápido! Em 40 dias estava usando as minhas roupas novamente, vestindo jeans e tudo!", conta. Ela garante que quem pensa que os seios caem depois da amamentação está enganado: "não caem não! E mesmo que caíssem, as vantagens são tão grandes que compensaria!", afirma.

A cabeleireira conta que o seu médico a informou, durante o pré-natal, que quem amamenta tem menos chances de contrair câncer de mama, osteoporose e outras doenças. "Amamentar só tem vantagens", diz. Ela ensina que, durante a gravidez, a mãe deve passar uma bucha no bico do seio quando tomar banho, para ir perdendo a sensibilidade e evitar as rachaduras.

Maria Nilda, mulher de um professor, ficou um ano e nove meses em casa, com o filho, e diz que nem por isso deixou de contribuir para o apertado orçamento familiar: costurou para fora durante este período, e atesta: "Valeu a pena". Seu filho, aos sete anos, é o mais alto da turma e já calça 35/36, além de ter uma excelente arcada dentária, nenhuma cárie e uma saúde de ferro. Ela aconselha: "um cuidado que a mãe precisa ter é de dar os dois peitos na mesma proporção para a criança, porque ela tende a preferir o seio esquerdo, onde ouve melhor o som do coração. Com isso, a mãe pode sair da amamentação com um seio maior do que o outro", alerta.

Amamentação e Dietas Para Emagrecer


A influência das dietas maternas na amamentação e o peso de seus filhos ainda não foi adequadamente estudada. De acordo com este estudo, dietas moderadamente restritas em calorias somadas a atividade física não influenciam no peso do lactente.

O aumento do peso durante a gravidez pode contribuir para a obesidade. A amamentação promove a perda de peso, mas o emagrecimento é muito variável. Por outro lado, o risco de uma dieta restritiva de calorias durante a amamentação não foi avaliado adequadamente.

Para avaliar o efeito da dieta das mães no crescimento dos lactantes, na Carolina do Norte, foram estudadas 40 mulheres que tinham sobrepeso na quarta semana pós parto. Em outro grupo, as mulheres receberam nutrição restritiva de calorias e fizeram 45 minutos de exercícios diários, 4 vezes por semana.

Estas mulheres apresentaram um peso menor (cerca de 4,8 quilos) que as do grupo de referência. O ganho de peso e o crescimento das crianças cujas mães fizeram dieta e exercícios não foi significativamente diferente do grupo de referência.

Segundo este estudo, a perda de peso de aproximadamente 500 gramas por semana, entre a quarta e décima quarta semana pós parto, não afeta o crescimento das crianças.

Fonte:
Departamento de Nutrição, Universidade da Carolina do Norte
Greensborough
New England Journal of Medicine. Fevereiro 17, 2000. Vol 342, Nro 7

Alimentos Funcionais


Introdução

Os alimentos funcionais estão cada vez sendo mais consumidos por que além de fornecerem nutrientes necessários ao organismo possuem propriedades especiais, relacionadas com a promoção da saúde, podendo reduzir os riscos das doenças, principalmente as crônicas, que mais acometem as populações mundiais como o câncer, obesidade, hipertensão arterial, diabetes mellitus e doenças cardiovasculares.

Nos últimos anos a ciência da nutrição tem tomado outro rumo, novas fronteiras se abrem ligando a nutrição e medicina com o surgimento de alimentos funcionais. O termo funcionalidade significa a propriedade do alimento que vai além de fornecer nutrientes. É um conceito até certo ponto novo e que tem variados alcances e uma vasta nomenclatura: nutracêuticos, alimentos de desenho, alimentos para uso médico, alimentos para uso saudável, entre outras.

O consumo desses alimentos vem aumentando bastante, como resultado de uma preocupação individual com a saúde. Porém, alguns alimentos não possuem ação científica comprovada, devido à grande variedade de alimentos existentes e às inúmeras etapas de avaliações necessárias para comprovar seus efeitos.

As doenças crônicas que mais preocupam, principalmente os países desenvolvidos, estão muitas vezes associadas com a dieta: câncer, obesidade, hipertensão, doenças cardiovasculares. No entanto, devido à complexidade dessas citadas inter-relações entre os componentes dos alimentos, traçar uma relação de causa e efeito inequívoca e definitiva é praticamente impossível. Os alimentos funcionais correspondem a aproximadamente 7% do mercado mundial de alimentos. Assim, neste primeiro artigo sobre os alimentos funcionais, procuramos abordar alguns alimentos funcionais que tem sua atividade razoavelmente estudada.

Fibra Alimentar (FA)

FA é a parte comestível de plantas ou carboidratos análogos, que são resistentes à digestão e à absorção no intestino grosso de seres humanos. A FA inclui polissacarídeos, oligossacarídeos, lignina e substâncias associadas de plantas. A FA promove efeitos fisiológicos benéficos, facilita a evacuação, diminui o colesterol sanguíneo e a glicose sanguínea.

Alguns componentes dessas fibras são denominados prebióticos, chegando intactos ao intestino grosso, sem ter sofrido nenhum tipo de degradação ou absorção, e lá são metabolizados seletivamente, por um número limitado de bactérias denominadas benéficas. Estas são assim chamadas, pois alteram a microbiota do cólon, gerando uma microbiota bacteriana saudável, capaz de induzir efeitos fisiológicos importantes para a saúde.

Pesquisas realizadas nos últimos 25 anos demonstraram que os efeitos das fibras, sobre o trato gastrintestinal, têm importantes conseqüências metabólicas que podem resultar em redução do risco de doenças como câncer, diabetes mellitus (tipo 2) e doenças cardiovasculares.

A Fibra Alimentar, também atua das seguintes formas:

  • Reduz os níveis de colesterol plasmático e das lipoproteínas de baixa densidade (LDL – colesterol), sendo que somente as fibras com alta viscosidade apresentam essa característica.
  • Reduzindo a velocidade de esvaziamento gástrico pelo aumento do nível de um hormônio chamado colecistoquinina (CCK), auxiliando numa menor absorção da glicose e das gorduras, pois essa absorção é feita de modo mais lento, sendo associado a um melhor controle glicêmico, em pacientes diabéticos.
  • Melhora as funções do intestino grosso por meio de redução de tempo de trânsito, aumento do peso e freqüência das fezes.
  • Os ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), produzidos pela fermentação da FA no intestino, estão associados à manutenção da mucosa do intestino, sendo um fator de proteção contra o câncer de cólon.

As principais fontes de fibras são grãos (aveia, cevada e centeio), Frutas (maçã, limão, laranjas, lima), vegetais, legumes e tubérculos.

Prebióticos e Probióticos

Os prebióticos e os probióticos são atualmente os aditivos alimentares, que compõem os alimentos funcionais, estando geralmente presentes em produtos como iogurtes naturais ou industrializados. Prebióticos são componentes alimentares não digeríveis, que afetam beneficamente o hospedeiro, por estimularem seletivamente a proliferação ou atividade de bactérias habitantes normais do intestino grosso. Adicionalmente, o prebiótico pode inibir a multiplicação de patógenos, garantindo benefícios adicionais à saúde do hospedeiro. Esses prebióticos são fibras como a inulina e o fruto oligossacarídeo, ingeridas na dieta e fermentadas no intestino pela microbiota intestinal. As principais fontes de inulina e oligofrutose, empregadas na indústria de alimentos são a chicória (Cichorium intybus) e a alcachofra de Jerusalém (Helianthus tuberosus).

Os probióticos são microrganismos vivos, administrados em quantidades adequadas, que conferem benefícios à saúde do hospedeiro. A influência benéfica dos probióticos, sobre a microbiota intestinal humana, inclui fatores como efeitos antagônicos, competição e efeitos imunológicos, resultando em um aumento da resistência contra patógenos.

Efeitos atribuídos aos Probióticos e Prebióticos

Os benefícios à saúde conferidos pelos probióticos são: Controle da microbiota intestinal; estabilização da microbiota intestinal após o uso de antibióticos; promoção da resistência gastrintestinal à colonização por patógenos; diminuição da população de patógenos através da produção de ácidos acético e lático, de bacteriocinas e de outros compostos antimicrobianos; promoção da digestão da lactose em indivíduos intolerantes à lactose; estimulação do sistema imune; alívio da constipação; aumento da absorção de minerais e produção de vitaminas. Embora ainda não comprovados, outros efeitos atribuídos a essas culturas são a diminuição do risco de câncer de cólon e de doença cardiovascular.

Alimentação no primeiro ano de vida


A idade para começar com os alimentos sólidos

O melhor momento para começar a usar uma colher será quando seu bebê puder sentar-se com algum apoio e puder mexer a cabeça para participar do processo de alimentação. Este momento geralmente ocorre entre os 4 e os 6 meses de idade. O leite materno e as formulações comerciais satisfazem todas as necessidade nutricionais de seu bebê, até os 4 ou 6 meses de idade. Começar a administrar estes alimentos antes do previsto, só vai tornar a alimentação mais difícil. Estudos demonstraram que na maioria dos casos, os alimentos sólidos atrapalham o sono de seu bebê. A única exceção são alguns bebês que não recebem calorias suficientes ou não estão ganhando peso.

Tipos de alimentos sólidos

1. Cereais

A ordem de adição de novos tipos de alimentos à dieta não é importante. Contudo, apenas um alimento novo deve ser dado de cada vez e não mais de três itens novos por semana.

2. Carne e outras proteínas

Aos 7 ou 8 meses de idade seu bebê deve estar pronto para comer carnes e outras proteínas na forma de sopas ou em purê. Mas se você iniciar a sopinha mais cedo, por volta do quinto mês, o que é permitido, já poderá usar o caldo de cocção da carne, para o preparo da sopinha. Em geral se calcula a quantidade equivalente a um bifinho pequeno. Frango e carne vermelha devem ser alternados dia sim, dia não. Muitas mães acham que o frango é mais saudável, mas seu uso contínuo pode resultar em anemia por falta de ferro.

Outra dica é colocar algo que o bebê já esteja acostumado na ponta da colher, como banana amassada ou outra fruta. Muitos bebês, a principio, rejeitam os alimentos de sal, e esse truque fará com que ele se habitue aos poucos.

Legumes e verduras devem ser acrescentados à sopinha, colocando-se aproximadamente um total de 4 variedades por refeição. Caldinho de feijão, juntamente com a sopinha, também é muito nutritivo e rico em ferro.

3. Alimentos que possivelmente causam alergias

As claras de ovos, o trigo, o chocolate, os peixes podem apresentar maior possibilidade de produzir alergias, mas há controvérsias sobre isso. Evite colocar estes alimentos na dieta de seu bebê até que ele tenha 1 ano de idade, especialmente se ele tiver outras alergias. Vísceras, como fígado de boi ou de galinha, também só devem ser introduzidos na dieta por essa idade.

4. Alimentação com colheres

Comece a usar a colher entre os 4 ou 6 meses de idade. Coloque o alimento no centro da língua. Algumas vezes o bebê empurrará a comida, mas aos poucos você irá acertando a posição ideal.

Algumas crianças seguram a colher enquanto estão se alimentando. É preciso distrair estas crianças com alimentos que se comem com as mãos ou dar-lhes uma colher para brincar. Aos 15 ou 18 meses de idade, a maioria das crianças já pode se alimentar por si mesmas, usando uma colher e não precisam da ajuda dos pais, que devem apenas supervisionar a alimentação.

5. Alimentos para comer com a mão

Os alimentos para comer com as mãos são pequenos, poucos e macios. Eles podem ser oferecidos entre os 9 e 10 meses ou quando a habilidade de raciocínio desenvolver-se.

Alimentos bem macios e fáceis de partir com as gengivas, já que os dentinhos são ainda poucos, são bons para oferecer a essa idade, mas toda a atenção é pouca, já que muitas vezes grandes pedaços podem ser arrancados, levando o bebê a se engasgar. Outro alimento que ajuda muito, principalmente para "coçar" as gengivas, são os alimentos duros, como pão (casca) ou biscoitos duros (tipo papa-ovo)

6. Lanche

Uma vez que seu bebê comece a fazer 3 refeições ao dia, ou a comer em intervalos de 5 horas, talvez você precise de pequenas merendas entre as refeições. As maioria das crianças inicia este padrão entre os 6 e 9 meses de idade. O lanche do meio da manhã e do meio da tarde deverá ser nutritivo e sem leite. Recomendam-se frutas e cereais secos.

7. Alimentos de Mesa

Seu filho deverá comer os mesmos alimentos que você come, quando ele tiver aproximadamente 1 ano de idade. Isto pressupõe que sua dieta seja balanceada e que você corte cuidadosamente qualquer alimento difícil de mastigar. Evite os alimentos com os quais a criança possa engasgar-se como cenouras cruas, doces, chocolate, nozes e pipocas.

8. Alimentos ricos em ferro

No curso de nossas vidas precisamos de ferro na nossa dieta, para evitar a anemia. Certos alimentos são boas fontes de ferro. As carnes vermelhas, os peixes e as aves são as principais fontes. Algumas crianças só comem carnes brancas e com baixo teor de gordura. Com dito acima, essas carnes não devem ser dadas diariamente; O ferro também pode ser encontrado em cereais enriquecidos, nos feijões de todos os tipos, gemas de ovos, chocolate, passas, suco de ameixa seca, pêras e espinafre.

9. Vitaminas

As vitaminas adicionais não são necessárias, depois que seu filho completar 1 ano de idade e estiver comendo uma dieta balanceada. Só são importantes nos primeiros meses, para suprir alguma deficiência alimentar, já que a totalidade das vitaminas não está presente. Por exemplo, sucos, como o de laranja, ao qual você pode acrescentar outras frutas aos poucos, na quantidade diária de cerca de 200 ml, supre as necessidades de vitamina C das crianças. Vitaminas e suplemento de ferro só devem ser dados se o pediatra receitar. É muito mais saudável receber as vitaminas de forma natural que medicamentosa.

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